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dc.contributor.advisor1CAVALCANTE, RONALDO DE PAULA-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1596908442976138pt_BR
dc.contributor.referee1CAVALCANTE, RONALDO DE PAULA-
dc.contributor.referee2ROCHA, Abdruschin Schaeffer-
dc.contributor.referee3NUNES, ANTONIO VIDAL-
dc.creatorJUNIOR, ODILON MENDONÇA DE OLIVEIRA-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2963064608040657pt_BR
dc.date.accessioned2019-10-25T18:19:41Z-
dc.date.available2016-11-29-
dc.date.available2019-10-25T18:19:41Z-
dc.date.issued2016-11-29-
dc.identifier.urihttp://bdtd.faculdadeunida.com.br:8080/jspui/handle/prefix/308-
dc.description.abstractThe origin of the Brazilian people can be traced, didactically only, in three main ways: the indigenous people, who were already here, they had a diffuse religion, unsystematic, of animistic character; African people, brought here as slave labor, whose religion was of animistic character, with more elaborate rituals and ritual sacrifices, and peoples of Europe as dominant people, mostly Catholic Christians. This root gave rise to a common dualistic theodicy the majority of the average Brazilian, considering all these religious forms as valid since domesticated by the dominant language and in the perspective of domination: the dominant religion corresponds to the religion of good and religion dominated the evil religion. Religion develops within the social scope, in society and life in society. Appropriating the cosmological universe of Brazilian general religiosity and natural demands of capitalism and market flows, neo-Pentecostalism, particularly the IURD case, does not have an own theoretical content, even of origin in the religious mentality of the average Brazilian. Follow to a fluid flow beliefs, using their symbols as a means of communication content, although it is translated into Christian language, which overlies the dominant culture. God becomes a symbol of good, or that transcendent force that can provide good to the believer, since triggered by its own mechanisms, in the logic of the market society and the devil symbol of evil under the same point of view. Anyway, everything is translated in their own religious language of the IURD, a simple separation of God, which is the ours, what is good and the other, which is theirs, that is evil. This research uses as theoretical reference the phenomenology of Edmund Husserl, also having in view the contributions of Charles Sanders Pierce.pt_BR
dc.description.resumoA origem do povo brasileiro pode ser traçada, didaticamente apenas, em três vias principais: os povos indígenas que aqui já estavam, que possuíam uma religião difusa, não sistemática, de caráter animista; os povos africanos para aqui trazidos como mão de obra escrava, cuja religião era de caráter animista, com rituais mais elaborados e sacrifícios rituais e os povos europeus como povos dominantes, em sua maioria cristãos católicos. Tal raiz deu surgimento à uma teodiceia dualística comum à maioria do brasileiro médio, considerando todas estas formas religiosas como válidas desde que domesticadas pela linguagem do dominador e na ótica da dominação: a religião do dominador corresponde à religião do bem e a religião do dominado à religião do mal. A religião se desenvolve dentro do escopo social, na vida em sociedade e da vida em sociedade. Se apropriando do universo cosmológico da religiosidade geral brasileira e das demandas naturais do capitalismo e dos fluxos de mercado, o neopentecostalismo, em especial o caso IURD, não tem um conteúdo teórico próprio, nem mesmo de origem na mentalidade religiosa do brasileiro comum. Segue à um fluxo fluído de crenças, utilizando de seus símbolos como meio de comunicação de conteúdo, embora tudo seja traduzido em linguagem cristã, que se sobrepõe como cultura dominante. Deus se torna um símbolo do bem, ou daquela força transcendente que pode propiciar o bem ao crente, desde que acionado por mecanismos próprios, na lógica da sociedade de mercado e o diabo o símbolo do mal sob o mesmo ponto de vista. Enfim, tudo é traduzido na linguagem religiosa própria da IURD, numa separação simples entre Deus, que é o nosso, que é o bem e o outro, que é o deles, que é o mal. Esta pesquisa usa como referencial teórico a fenomenologia de Edmund Husserl, tendo também em vista as contribuições da semiótica de Charles Sanders Pierce.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Mestrado Estagiário (estagiario.mestrado@fuv.edu.br) on 2019-10-25T18:19:41Z No. of bitstreams: 1 Dissertação - Odilon de Mendonça Junior.pdf: 11259955 bytes, checksum: 1d323b52549b84991c2f3d9be9723d57 (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCiências da Religiõespt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências das Religiõespt_BR
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dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectNeopentecostalismopt_BR
dc.subjectMercadopt_BR
dc.subjectBempt_BR
dc.subjectMalpt_BR
dc.subjectEntidadept_BR
dc.subjectSímbolopt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::TEOLOGIApt_BR
dc.titleO NEOPENTECOSTALISMO E SEUS SÍMBOLOS: CASO IURDpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
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